
Eu sei lá que diabo de ligação o Souza tinha com o Eduardo Araújo e só sei que um belo dia fomos eu mais ele - como se diz na terra dele, o Ceará - em casa de Eduardo Araújo e Silvinha. Como isto se deu no início da década de 80, nem me lembro mais o que íamos fazer lá.
Mas a parte da história que interessa é outra. Pegamos o busão e descemos no começo da Av. Santo Amaro - o cantor da Jovem Guarda morava num apartamento no Itaim-Bibi. Quando o farol para pedestres ficou verde, atravessamos. Durante a travessia, passou um fusca vermelho a toda velocidade - o farol estava vermelho para ele - e quase nos atropelou. No reflexo, tanto eu quanto o Hermínio, xingamos o motorista do fusca. Que beleza! Aí começou nossa desventura. O cara parou o carro no meio da avenida e nós continuamos o nosso caminho. De repente, na rua seguinte, quem aparece para nos assombrar? O fusca vermelho: parece Hitchcock. Parou no meio da rua e nos ameaçou, no que repetimos o xingamento, dizendo que era ele o errado por ter ultrapassado o farol vermelho. Ele nem ouviu. Abriu a porta do carro indicando que viria atrás de nós. "Vai encarar dois?" E o cara não interrompeu a ação. Nos entreolhamos e...sêêêêbo nas canelas! O cara não esperava essa reação e ficou puto: entrou no carro e acelerou atrás de nós. Nesse dia, descobri um cara tão bom de corrida quanto eu: o Hermínio. O fusca não conseguia nos alcançar. Diminuimos a corrida em função de uma placa indicando contramão. Adivinhem! Ele ignorou a placa.Ponto pra ele. Jogou o carro em cima da calçada e nós fomos salvos por um poste que o fez brecar: agora era ponto pra nós. Aproveitamos e ligamos o turbo. Aí foi fácil. Chegamos novamente na avenida e atravessamos no pique revivendo boas cenas de filmes de ação que mostram corre-corre entre os carros. Pronto. Já estávamos do outro lado da avenida. Ele? Se estrepou, pois não tinha como atravessar a pista de carro. Não sabemos o rumo que ele tomou, pois adentramos às ruas do Itaim.
Quanto ao intérprete de "Meu Carro é Vermelho", esse aí nunca chegou a nos receber, afinal, como explicaríamos as camisetas encharcadas ao artista?
Mas a parte da história que interessa é outra. Pegamos o busão e descemos no começo da Av. Santo Amaro - o cantor da Jovem Guarda morava num apartamento no Itaim-Bibi. Quando o farol para pedestres ficou verde, atravessamos. Durante a travessia, passou um fusca vermelho a toda velocidade - o farol estava vermelho para ele - e quase nos atropelou. No reflexo, tanto eu quanto o Hermínio, xingamos o motorista do fusca. Que beleza! Aí começou nossa desventura. O cara parou o carro no meio da avenida e nós continuamos o nosso caminho. De repente, na rua seguinte, quem aparece para nos assombrar? O fusca vermelho: parece Hitchcock. Parou no meio da rua e nos ameaçou, no que repetimos o xingamento, dizendo que era ele o errado por ter ultrapassado o farol vermelho. Ele nem ouviu. Abriu a porta do carro indicando que viria atrás de nós. "Vai encarar dois?" E o cara não interrompeu a ação. Nos entreolhamos e...sêêêêbo nas canelas! O cara não esperava essa reação e ficou puto: entrou no carro e acelerou atrás de nós. Nesse dia, descobri um cara tão bom de corrida quanto eu: o Hermínio. O fusca não conseguia nos alcançar. Diminuimos a corrida em função de uma placa indicando contramão. Adivinhem! Ele ignorou a placa.Ponto pra ele. Jogou o carro em cima da calçada e nós fomos salvos por um poste que o fez brecar: agora era ponto pra nós. Aproveitamos e ligamos o turbo. Aí foi fácil. Chegamos novamente na avenida e atravessamos no pique revivendo boas cenas de filmes de ação que mostram corre-corre entre os carros. Pronto. Já estávamos do outro lado da avenida. Ele? Se estrepou, pois não tinha como atravessar a pista de carro. Não sabemos o rumo que ele tomou, pois adentramos às ruas do Itaim.
Quanto ao intérprete de "Meu Carro é Vermelho", esse aí nunca chegou a nos receber, afinal, como explicaríamos as camisetas encharcadas ao artista?
Nenhum comentário:
Postar um comentário